quinta-feira, 14 de abril de 2011

Reunião/confraternização do Grupo Centauro no mes de abril.

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No dia 12 de abril, no Clube Farrapos, reuniram-se os integrantes do Grupo Centauro, com a presença de participantes do Grupo Papo Roxo, para a já tradicional confraternização mensal. Foi comemorada a presença de grande número de colegas e saudados os que compareceram pela primeira vez.

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Seguindo a pauta, foi feita uma explanação detalhada sobre os projetos que estão  nos legislativos federal e estadual. Face a quantidade de assuntos propostos pelo plenário o Grupo decidiu, por votação:

  - Continuar os estudos dos projetos de lei sobre a previdência, federal e estadual, que estão em tramitação nas casas legislativas e antecipar-se, através de pesquisa, para ter conhecimento de possíveis anteprojetos que estejam sendo preparados para encaminhamento aos Legislativos;

   - Encaminhar convite ao presidente da AsofBM para comparecer a próxima reunião no dia 10 de maio.

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 O Grupo Centauro convida os Capitães a também comparecerem as próximas reuniões e participarem dos debates .
   
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 Próxima reunião no dia 10 de maio no Clube Farrapos .


sexta-feira, 8 de abril de 2011

Confraternização de Oficiais em Canoas – Grupo Papo Roxo

Ontem dia 07 de abril, na cidade de Canoas, reuniram-se os integrantes dos Grupos Centauro e Papo Roxo, com expressivo número, para o já tradicional almoço de confraternização que  acontece nas primeiras quintas-feiras de cada mês.

Chamou a atenção de todos o grande número de oficiais e a quantidade de novas presenças.

No encontro, além do convívio agradável e o bom almoço, falou-se sobre vários  assuntos desde os culturais até os salariais. 

quinta-feira, 7 de abril de 2011

REFORMA DA PREVIDÊNCIA, DE NOVO?

-Autoria:  PAULO SQUEFF CONCEIÇÃO - AUDITOR PÚBLICO

A síndrome do reformismo, que sempre se exacerba a cada começo de governo, já se manifesta através de anúncios de uma investida prioritária: reforma da Previdência (ZH de 27 de março). Seria a terceira em 12 anos (no mesmo período, outras nações fazem, quando muito, uma). Principais atingidos pelas duas primeiras – emendas 20/1998 e 41/2003 –, os funcionários públicos já estão com as barbas de molho. Não é para menos, o quadro que ora se desenha lhes é francamente familiar: acena-se com uma reforma tributária, propõem-se conselhões para “ouvir a todos” e, ainda, garante-se que o resultado do que for “economizado” vai para a saúde, a educação...

Lembremo-nos de que, das vezes anteriores, não saiu reforma tributária alguma, os tais conselhos serviram apenas para a dispersão de energias, eis que, no final, o prato já veio pronto e o que teria sido poupado dos cofres públicos, obviamente, não foi destinado para as áreas anunciadas. Mas o posicionamento dos reformistas até que é compreensível. Há mais de 20 anos espocam editoriais apocalípticos prenunciando que a conta-previdência é uma bomba prestes a explodir, arrebentando com a economia do país como um todo.

Pois bem, os anunciadores da catástrofe, hoje, se vierem a defender a necessidade urgente da terceira reforma, deverão discursar sobre o seguinte cenário: US$ 300 bilhões em reservas, crescimento de 7,8%, super-PIB, arrecadações ascendentes, dólares em profusão, pré-sal e até empréstimos ao FMI.

Ou o pavio é mais comprido do que o apregoado, ou têm razão os que argumentam que, como os proventos vão direto para o consumo e retornam pela sucessão de impostos (enquanto certos empréstimos subsidiados acabam no Exterior), os efeitos negativos do déficit seriam, em boa parte, neutralizados. Aliás, segundo se diz, foi o consumo interno que salvou o Brasil da crise de 2008.

Alguém tem que explicar também a história (literalmente falando, inclusive) do déficit da Previdência, especialmente o que diz com a metodologia de sua quantificação e as reais culpas do sistema na sua formação.

Dentre os entusiastas da nova reforma previdenciária para os servidores públicos, conta-se, principalmente, o alto empresariado com suas agendas de desenvolvimento. A dúvida é se o que lhes move são, mesmo, intenções patrióticas ou o riquíssimo filão da previdência privada que, então, se incrementaria.

Seja como for, espera-se que a nova maldade não prospere, até porque, especialmente, quem já foi chamado a “colaborar”, com o sacrifício de seus direitos previdenciários nas duas reformas anteriores, não poderia, pela terceira vez, ser convocado a arcar com os custos de outro experimento do reformismo. Mais do que um abuso, seria uma provocação ostensiva a uma classe inteira de cidadãos brasileiros, cuja reação traria consequências que bem podemos imaginar.



O Grupo Centauro decidiu pela  publicação desse artigo, de autor alheio a carreira, face  a boa percepção sobre o tema.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Ajustes na Previdência.


A confirmação de que o Palácio Piratini está preparando um projeto de lei, integrante do programa de sustentabilidade financeira, para modificar as regras da previdência como forma de equilibrar as contas do Estado dividiu a opinião de entidades. O principal argumento do governo para propor as alterações é o anunciado déficit de R$ 4 bilhões em 2010.

O projeto, em fase de elaboração por técnicos do Piratini, ainda não está detalhado, mas dentre as possibilidades estão a fixação de um teto salarial aos aposentados e pensionistas e a criação de uma previdência complementar, que receberia contribuições de servidores interessados em elevar os seus futuros contracheques.

A crítica mais severa é do diretor de previdência da Ajuris, Cláudio Luís Martinewsky, que classifica a intenção do governo como “enfraquecimento do Estado”. “Todas as experiências de previdência complementar que tivemos até hoje, como na Argentina e no Chile, foram totalmente desastrosas. Isso é um projeto do mercado financeiro, que visa ao lucro”, afirmou Martinwsky.

Ele também questiona o argumento do déficit, diz que estudos recentes apontam o contrário e recorda do uso indevido das verbas previdenciárias. “O discurso do déficit faz parte do desmantelamento do Estado”, disse.

Já o diretor executivo da Agenda 2020, Ronald Krummenauer, diz que a atual situação é insustentável. “A Previdência está ficando cada vez mais impagável. É indispensável mudar a regra, senão corremos o risco de não se ter recursos para os pagamentos em 30 anos”, alertou.

O diretor de Previdência da Ajuris, Cláudio Luís Martinwsky, diz que é favorável ao equilíbrio financeiro do IPE. Ele acredita que o mais adequado é criar um fundo que receba contribuições do Estado e do servidor, com gestão paritária entre as partes. “Queremos manter uma estrutura de Estado que atenda a sociedade de forma independente.”

 Fonte: Correio do Povo

domingo, 3 de abril de 2011

Tarso prepara ajuste na Previdência.

Jornal Correio do Povo - Capa
- PORTO ALEGRE, DOMINGO, 3 DE ABRIL DE 2011

 O ajuste nas contas do Estado deve passar por mudanças na Previdência. As negociações são confirmadas por membros da cúpula do governo, que trabalha no pacote de reestruturação financeira a ser remetido à Assembléia Legislativa até o dia 15 de abril. O chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, garante que as alterações na Previdência dos servidores ainda estão em fase de elaboração. "Inicialmente, tínhamos pensado em uma medida que, em um segundo momento, poderia gerar muitos questionamentos. Agora, temos algumas soluções postas, mas elas ainda dependem de análise", disse. As propostas devem ser avaliadas pelo Conselhão.
Comentário:
A notícia está causando grande preocupação com as anunciadas alterações sem o debate com as categorias.
Precisamos conhecer a proposta e nos mobilizarmos em defesa dos  direitos que possam estar sendo ameaçados.
Está na hora da nossa AsofBM, única Associação legitima da categoria dos Oficiais, convocar e informar aos seus associados.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Notícia sobre remuneração salarial?

 O Jornal CORREIO DO POVO de 27/03/2011 – domingo - Pag. 04, publicou na coluna de TALINE OPPITZ, o seguinte: 
   
“TARSO GENRO VEM CONVERSANDO, SEM GRANDE ALARDE, COM TODAS AS CATEGORIAS LIGADAS AS CARREIRAS DE ESTADO. JÁ DIALOGOU COM OS DELEGADOS DE POLÍCIA, OFICIAIS DA BRIGADA MILITAR, COM OS AGENTES FISCAIS DO TESOURO DO ESTADO. TODOS SAÍRAM SATISFEITOS COM O QUE OUVIRAM”.
  
                A noticia está causando grande expectativa entre os Oficiais, pois a falta de informações sobre assuntos que estão sendo publicados na imprensa podem conduzir a várias interpretações. É conveniente que a AsofBM informe a respeito para os seus associados.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Remuneração dos Delegados de Polícia. Nota Oficial e decisão judicial.


A ASDEP-RS, na defesa de sua categoria, publicou no dia 22.03.2011 Nota Oficial que afirma em seu conteúdo:

“É inaceitável que a categoria continue sendo discriminada em sua remuneração, a qual, por disposição legal e decisões do Supremo Tribunal Federal, deve ser igual àquela percebida pelos procuradores do Estado, que hoje percebem mais do que o dobro dos delegados de polícia”.

Hoje o Jornal Zero Hora publica:

“DELEGADOS GARANTEM NA JUSTIÇA DIREITO À PARIDADE.
PÁGINA 10 | ROSANE DE OLIVEIRA - ZERO HORA 25/03/2011

Saiu ontem uma decisão judicial que abre caminho para elevar em até R$ 500 milhões a já impagável conta dos precatórios. O Tesouro terá de pagar a um delegado de polícia a diferença acumulada nos últimos anos entre o salário dele e o de procurador do Estado. Ele não é o único: mais de 500 delegados – ou seus herdeiros, caso já tenham morrido – terão direito a uma bolada que varia de R$ 500 mil a R$ 1 milhão, de acordo com cálculos extraoficiais o que pode elevar a conta para R$ 500 milhões. Como o governo não tem dinheiro, o débito vai virar precatório.

Passivo vem dos anos 90

A diferença pleiteada pelos delegados tem origem em uma lei do governo de Alceu Collares, que equiparou os delegados e os oficiais da Brigada Militar aos juízes e membros do Ministério Público. Como o governo não respeitou essa isonomia, os delegados e oficiais recorreram à Justiça”.

 Comentário:

O GRUPO CENTAURO entende que a remuneração dos Delegados deve seguir a paridade   entre carreiras e lembra o Parágrafo 5º do Art. 46 da Constituição Estadual que expressa:

“Fica assegurada a isonomia de remuneração entre os integrantes da Brigada Militar e da Polícia Civil”.

Espera, o Grupo Centauro, a manifestação pública da nossa AsofBM sobre a posição e as tratativas sobre a remuneração dos Oficiais da carreira de nível superior, embasada na Lei Estadual COMPLEMENTAR Nº 10.992, DE 18 DE AGOSTO DE 1997.